O DP já tinha defendido isto no seu programa eleitoral de 2023:
“Safeguarding in Sports”
O DP criará uma entidade independente cuja principal missão será garantir o bem-estar e a integridade no desporto, nomeadamente prevenindo o assédio e os abusos no meio desportivo e apoiando as vítimas. Em estreita colaboração com instituições públicas e privadas, esta entidade deverá também integrar no seu trabalho a luta contra a manipulação, bem como a promoção de valores éticos no desporto.
A deputada Mandy Minella também aborda regularmente este tema no Parlamento e, em junho de 2025, apresentou uma moção que exigia igualmente uma carta ética.
O caso atual em torno da seleção nacional feminina mostra que é necessário agir. Por isso, a deputada do DP voltou a questionar, esta quarta-feira, a Ministra do Desporto através de uma pergunta parlamentar, sobre o estado da carta e do plano de ação nacional anunciado para o safeguarding.
Na quinta-feira à noite, a Ministra da Igualdade, Yuriko Backes, juntamente com a Ministra do Desporto, o presidente do COSL e o diretor da ALAD, entre outros, apresentaram a carta ética e anunciaram também a criação de uma comissão nacional de ética para o desporto.
No seu discurso, a ministra sublinhou que, no contexto atual, é importante dar sinais claros em todas as áreas da sociedade em favor da igualdade, da aceitação, da tolerância e do respeito. Estes valores devem ser reforçados em conjunto e enraizados de forma sustentável no desporto. Isto inclui também a luta contra o doping e contra a manipulação de competições.





